À MINHA ESCOLA
Que saudades eu já tinha
Da minha pobre escolinha
Tão modesta, quanto eu!
Como é bom meu Deus estar
Ali naquele lugar
Que parece mesmo o céu!
A escola lembra um ninho
Lá se fala tão baixinho!
Que dá para repousar.
Aprende-se o alfabeto
Aprende-se a ser discreto
E todos sabem cantar.
O sol tem lindas cores
E as crianças são flores
Que nos vêm alegrar
São modestas carinhosas
São parecidas com as rosas
Que se põem no altar.
Tranquila sossegada
Minha escola bem amada
Eu tive de te deixar.
A vida assim nos obriga
A vida assim nos castiga
Temos de recomeçar.
Por vezes desanimamos
S’ainda não começámos
D’outras gentes a gostar.
Tudo passa, recomeça
Nesta natureza em festa
É preciso é não parar.
Aida Viegas 10/1988
Que saudades eu já tinha
Da minha pobre escolinha
Tão modesta, quanto eu!
Como é bom meu Deus estar
Ali naquele lugar
Que parece mesmo o céu!
A escola lembra um ninho
Lá se fala tão baixinho!
Que dá para repousar.
Aprende-se o alfabeto
Aprende-se a ser discreto
E todos sabem cantar.
O sol tem lindas cores
E as crianças são flores
Que nos vêm alegrar
São modestas carinhosas
São parecidas com as rosas
Que se põem no altar.
Tranquila sossegada
Minha escola bem amada
Eu tive de te deixar.
A vida assim nos obriga
A vida assim nos castiga
Temos de recomeçar.
Por vezes desanimamos
S’ainda não começámos
D’outras gentes a gostar.
Tudo passa, recomeça
Nesta natureza em festa
É preciso é não parar.
Aida Viegas 10/1988
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